Uma pergunta por vez
Qual dúvida este encontro explica? A resposta orienta o tom, a ordem da fala e o próximo passo.
Mais calma.
Novos jeitos de conversar.
Do conflito na sala à conversa que todos entendem.
Preparamos oficinas de mediação para escolas, cursos e universidades. Explicamos cada etapa com calma, para equipes pedagógicas que lidam com conflito todos os dias, entre alunos, famílias e colegas.
Veja o primeiro recreio ↓
Um programa começa na observação espalhada: um recreio tenso, uma reunião de pais difícil, uma decisão pedagógica que ninguém lembra de explicar. Observamos com calma para entender o que já está claro e o que ainda precisa de nome.
Assim nasce uma pauta de conversa e um mapa de pessoas envolvidas. Não é preciso chegar com tudo resolvido; é preciso saber quem participa de cada etapa.
Organizamos o encontro conforme cada situação pede. Um desentendimento entre dois alunos pede uma conversa breve e próxima; um conflito entre professor e família pede um encontro maior, com tempo para todos. O mesmo formato não serve às duas situações.
Qual dúvida este encontro explica? A resposta orienta o tom, a ordem da fala e o próximo passo.
Uma dinâmica bem feita dá a cada papel uma posição real da turma. Cuidamos do tom, do tempo de fala e do que cada um deve entender.
Explicar também é ouvir
Revisamos, com calma, as palavras certas para cada idade. Tiramos o que assusta sem necessidade, explicamos o que importa e deixamos cada cuidado perto de quem precisa dele.
Se aparecer necessidade de mediação formal ou de um relatório por escrito, isso entra como combinado à parte. A palavra final sobre o caso continua com a coordenação.


A condução considera a idade de cada turma, o tempo de atenção possível, linguagem simples e sinais de quando alguém precisa de uma pausa. Esses cuidados guiam o encontro desde o convite, não só no dia da conversa.
Formatos específicos de acolhimento ou pareceres formais são combinados à parte. Evitamos prometer solução sem antes entender o conflito com calma.
Em um caso escolar, o contexto pode ser tão importante quanto a regra. Pense em um conflito entre turmas: histórico, pessoas envolvidas, tentativas anteriores e o que cada lado aceitaria como solução precisam aparecer juntos.

Depois de cada aula
Alunos trocam de turma, professores mudam e velhos hábitos voltam. Explicamos um guia de conversa e uma lista de responsabilidades: quem observa, quem media, quem chama a coordenação.
Encontros de reforço podem ter um combinado próprio. O importante é entender o que a escola já resolve sozinha, o que precisa de apoio e como pedir esse apoio.
Prepare seu diário da turma ↗
O cronograma respeita o calendário letivo e o tempo que cada equipe tem disponível. Explicamos as datas em uma proposta, depois de entender a rotina da escola.
Registramos com calma o que foi combinado em cada encontro. Situações que envolvem crianças pedem sigilo extra; exemplos usados nas dinâmicas precisam de autorização.
Um primeiro contato
Uma dúvida ainda simples já pode começar uma boa conversa.